A compaixão sempre foi vista como característica do comportamento feminino, dos santos, dos iluminados espiritualmente,dos fracos, tolos ou incultos que se deixam envolver pela situação de algo ou alguém.
Aos fortes, esclarecidos e de comportamento masculino,a firmeza e a postura de distanciamento eram mais do que esperados; eram obrigatórias!
Infelizmente a compaixão,e os sentimentos e emoções gerados por ela (“ sentimentos menos nobres”) ainda, não andam lado a lado com a ciência (tida como reduto masculino).
Seres humanos que padecem de doenças,que ainda não são passiveis de diagnóstico comprovado pelos métodos atuais de seu tempo são rotulados de desequilibrados emocionais, e como tal afastados do convívio social. Como no passado.
O termo “psicossomático” foi utilizado pela primeira vez em 1808 pelo psiquiatra alemão chamado Heinroth, que se referia a respeito da insônia e da influência das paixões em algumas patologias como a tuberculose, epilepsia e cancro.
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